Domingo, 28 de Setembro de 2008
A suspeita que paira no ar: Luis Nassif desafia a 'Revista Veja'
A suspeita que paira no ar: Luis Nassif desafia a 'Revista Veja'
A cada dia que passa, mas fortes s=E3o as suspeitas de que o suposto
grampo em Gilmar Mendes e Dem=F3stenes Torres foi uma arma=E7=E3o da
revist=
a
Veja. A revista n=E3o mostrou o =E1udio nem os do***entos que dizia dis****
=97 e que lhe teriam permitido garantir que o grampo foi feito pela
Abin.
**** Luis Nassif, em seu blog
N=E3o se trata de entregar a fonte, mas apenas de mostrar do***entos que
a revista diz possuir. A revista n=E3o apenas acusava a Abin pelo
grampo, como atribu=EDa =E0 ag=EAncia uma verdadeira f=E1brica de grampos.
Mas, at=E9 agora n=E3o se conseguiu comprovar um grampo sequer.
=C9 poss=EDvel que a Abin tenha disfar=E7ado bem sua suposta atividade
paralela. Mas uma f=E1brica de grampos, da maneira descrita na
re****tagem, n=E3o poderia se abrigar em uma saleta secreta, em um ****=E3o.
Envolveria muitas pessoas, seria do conhecimento do universo da
arapongagem brasiliense =97 que =E9 =EDntimo da revista. **** isso, =E9
poss=EDvel que a revista tenha montado um falso esc=E2ndalo, com graves
conseq=FC=EAncias: o epis=F3dio quase induziu a um conflito entre poderes,
com graves desdobramentos institucionais.
Se comprovada a arma=E7=E3o, a Abril cometeu um crime grave. Para saber se
cometeu o crime, h=E1 a necessidade de abrir um inqu=E9rito. Quando se ir=
=E1
come=E7ar a investigar? Quando o Minist=E9rio P=FAblico ir=E1 se
pronunciar=
?
Uma publica=E7=E3o, **** mais poderosa que seja, n=E3o pode estar acima da
lei.
O que causa mais esp=E9cie, revolta, raiva, dor de barriga, sei l=E1 mais
o qu=EA, =E9 dois agentes do Estado, um inclusive chefe atual de um dos
poderes da Rep=FAblica, darem, de ch=F4fre, total cr=E9dito a uma
den=FAnci=
a
feita **** uma revista conhecida **** suas "re****tagens" sem ao menos um
questionamento acerca da prova material.
A corrobora=E7=E3o do di=E1logo n=E3o =E9 prova material nem aqui nem na
cochichina. Ouso discordar frontalmente da tese do Dr. Nelson Jobim,
apesar de s=F3 possuir o diploma do Curso de Datilografia.
Para tipica=E7=E3o de um crime s=E3o necess=E1rios tr=EAs elementos: a
v=ED=
tima, o
autor e o instrumento. **** enquanto, temos apenas as duas (ainda
supostas) v=EDtimas.
A tese de que a transcri=E7=E3o assentida pelas supostos prejudicados j=E1
=
=E9
uma PROVA, se submetida, mutatis mutandis, a prova da falseabilidade
de Popper n=E3o se sustentaria.
Como se admitir como prova algo que n=E3o se pode comprovar falso? O
suposto delito n=E3o foi a degrava=E7=E3o, e, sim o ato de gravar que se
revelar=E1 como prova atrav=E9s de uma fita, CD, ou similares.
Beira ao r=EDdiculo argumentos tais como: "Ora a Veja divulgou, ent=E3o
=E9
verdade", ou, " os termos da degrava=E7=E3o foram confirmados pelas
v=EDtimas." Estar=E3o esses protagonistas acima de tudo e de todos? Da
Constitui=E7=E3o, inclusive? Ser=E3o, ****ventura, deuses?
Fonte:****tal Vermelho


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