DO BLOG AMIGOS DO PRESIDENTE LULA. DISCORDO DOS N=DAMEROS DA D=CDVIDA
P=DABLICA LISTADOS, VISTO QUE , MEU "DOSSI=CA" ANTI FHC CAPACHO, FOI
FEITO COM BASE
NAS INFORMA=C7=D5ES DA PR=D3PRIA M=CDDIA PIG QUE O APOIAVAM. QUANDO FHC
TOMO=
U
POSSE A D=CDVIDA P=DABLICA AL=C7AVA APENAS 23% DO PIB DEIXOU PRA LULA A
D=CDVIDA A
R$ 890 BILH=D5ES (64% DO PIB).
O ITINER=C1RIO DE UM DESASTRE - 45 esc=E2ndalos da era FHC
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O ITINER=C1RIO DE UM DESASTRE - 45 esc=E2ndalos da era FHC
45 MOTIVOS PARA N=C3O VOTAR EM TUCANOS E BANDIDOS SEMELHANTES COMO OS DO
PFL
Analisem - Voc=EA tem boa mem=F3ria?
Se voc=EA j=E1 esqueceu, lembramos aqui 45 fatos, sendo que todos eles
envolvendo casos de corrup=E7=E3o, que aconteceram no pa=EDs nos oito
anos=
de FHC.
O BRASIL N=C3O ESQUECER=C1
45 esc=E2ndalos que marcaram o governo FHC com apoio do PSDB
ITINER=C1RIO DE UM DESASTRE
Nenhum governo teve m=EDdia t=E3o favor=E1vel quanto o de FHC, o que n=E3o
deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele
realizou uma extraordin=E1ria obra de demoli=E7=E3o, de fazer inveja a
=C1ti=
la
e a G=EAngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um
governo que deixaou uma pesada heran=E7a para seu sucessor.
1994 e 1998. O dinheiro secreto das campanhas: Den=FAncias que n=E3o
puderam ser apuradas gra=E7as =E0 providenciais opera=E7=F5es abafa
apontara=
m
que tanto em 1994 como em 1998 as campanhas de Fernando Henrique
Cardoso foram abastecidas **** um caudaloso esquema de caixa-dois. Em
1994, pelo menos R$ 5 milh=F5es n=E3o apareceram na presta=E7=E3o de
contas
entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R
$ 10,1 milh=F5es.
A taxa
m=E9dia de crescimento da economia brasileira, ao longo da d=E9cada
tucana, foi a pior da hist=F3ria, em torno de 2,4%. Pior at=E9 mesmo que a
taxa m=E9dia da chamada d=E9cada perdida, os anos 80, que girou em torno
de 3,2%. No per=EDodo, o patrim=F4nio p=FAblico representado pelas grandes
estatais foi liquidado na bacia das almas. No discurso, essa opera=E7=E3o
serviria para reduzir a d=EDvida p=FAblica e para atrair capitais. Na
pr=E1tica assistimos a um crescimento exponencial da d=EDvida p=FAblica. A
d=EDvida interna saltou de R$ 60 bilh=F5es para impens=E1veis R$ 630
bilh=F5es, enquanto a d=EDvida externa teve seu valor dobrado.
Enquanto isso, o esperado afluxo de capitais n=E3o se verificou. Pelo
contr=E1rio, o que vimos no setor el=E9trico foi exemplar. Uma parceria
entre as el=E9tricas privatizadas e o governo gerou uma aguda crise no
setor, provocando um longo racionamento. Para compensar o preju=EDzo que
sua imprevid=EAncia deu ao povo, o governo FHC premiou as el=E9tricas com
sobretaxas e um esdr=FAxulo programa de energia emergencial. Ou seja, os
capitais internacionais n=E3o vieram e a incompet=EAncia das privatizadas
est=E1 sendo financiada pelo povo.
O texto que segue =E9 um itiner=E1rio, em 45 pontos, das a=E7=F5es e
omiss=
=F5es
levadas a efeito pelo governo FHC e de relatos sobre tentativas
fracassadas de im**** medidas do receitu=E1rio neoliberal. Em alguns
casos, a oposi=E7=E3o, aproveitando-se de rachas na base governista ou
recorrendo aos tribunais, bloqueou iniciativas que teriam causado
ainda mais dano aos interesses do povo.
Essa recompila=E7=E3o serve como ajuda =E0 mem=F3ria e ant=EDdoto contra a
amn=E9sia. Mostra que a obra de destrui=E7=E3o realizada **** FHC n=E3o
pode
ser fruto do acaso. Ela s=F3 pode ser fruto de um planejamento
meticuloso.
1995. Extin=E7=E3o da Comiss=E3o Especial de Investiga=E7=E3o. Assim que
ass=
umiu
a presid=EAncia da rep=FAblica, em 1995, Fernando Henrique Cardoso baixou
um decreto extinguindo a chamada Comiss=E3o Especial de Investiga=E7=E3o,
institu=EDda pelo antecessor, presidente Itamar Franco, que, composta
**** representantes da sociedade civil, tinha o objetivo combater a
corrup=E7=E3o. Seis anos mais tarde, em 2001, fustigado pela amea=E7a de
uma=
CPI da Corrup=E7=E3o, o presidente Cardoso conseguiu desviar a aten=E7=E3o
d=
a
sociedade criando uma tal Controladoria-Geral da Uni=E3o, que se
notabilizou **** abafar as den=FAncias que motivaram sua cria=E7=E3o.
45 esc=E2ndalos que marcaram o governo FHC
1 - Coniv=EAncia com a corrup=E7=E3o
O governo do PSDB tem sido conivente com a corrup=E7=E3o. Um
dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presid=EAncia, em 1995, foi
extinguir, **** decreto, a Comiss=E3o Especial de Investiga=E7=E3o,
institu=EDda no governo Itamar Franco e composta **** representantes da
sociedade civil, que tinha como objetivo
combater a corrup=E7=E3o. Em 2001, para impedir a instala=E7=E3o da CPI da
Corrup=E7=E3o, FHC criou a Controladoria-Geral da Uni=E3o, =F3rg=E3o que
se
especializou em abafar den=FAncias.
1995. Quebra do monop=F3lio da PETROBR=C1S. Pouco se lixando para a
crescente im****t=E2ncia estrat=E9gica do petr=F3leo, Fernando Henrique
Cardoso usou seus rolo compressor para for=E7ar o Congresso Nacional a
quebrar o monop=F3lio estatal do petr=F3leo, institu=EDdo h=E1 42 anos. Na
comemora=E7=E3o, Cardoso festejou dizendo que essa era apenas mais uma das
"reformas" que o pa=EDs precisava fazer para se modernizar.
2 - O esc=E2ndalo do Sivam
O contrato para execu=E7=E3o do projeto Sivam foi marcado ****
esc=E2ndalos.
A empresa Esca, associada =E0 norte-americana Raytheon, e respons=E1vel
pelo gerenciamento do projeto, foi extinta **** fraudes contra a
Previd=EAncia. Den=FAncias de tr=E1fico de influ=EAncia derrubaram o
embaixador J=FAlio C=E9sar dos Santos e o ministro da Aeron=E1utica,
Brigadeiro Mauro Gandra.
3 - A farra do Proer
1995. O inesquec=EDvel PROER: Em 1995 o ex-presidente Cardoso deu uma
amostra p=FAblica do seu compromisso com o capital financeiro e, na
calada de uma madrugada de um s=E1bado em novembro de 1995, assinou uma
medida provis=F3ria instituindo o PROER, um programa de salva=E7=E3o dos
bancos que injetou 1% do PIB no sistema financeiro - um dinheiro que
deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados,
come=E7ando pelo Banco Nacional, ent=E3o pertencente a fam=EDlia
Magalh=E3es=
Pinto, da qual um de seus filhos era agregado. Segundo os ex-
presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a
salva=E7=E3o dos bancos engoliu 3% do PIB, um percentual que, segundo
economistas da Cepal, chegou a 12,3%.
O Proer demonstrou, j=E1 em 1996, como seriam as rela=E7=F5es do governo
FHC=
com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro
Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo
Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da
Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilh=F5es,
incluindo a recapitaliza=E7=E3o do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos
bancos estaduais.
4 - Caixa-dois de campanhas
As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um
esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milh=F5es n=E3o apareceram
na presta=E7=E3o de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela
contabilidade paralela R$ 10,1 milh=F5es.
1996. Engavetamento da CPI dos Bancos. Disposto a controlar a crise
aberta pelas suspeitas sobre o sistema financeiro, o presidente
Fernando Henrique Cardoso amea=E7ou e "convenceu" as lideran=E7as do
Senado a engavetar os requerimentos para instala=E7=E3o de uma CPI sobre
os bancos. Em compensa=E7=E3o, o minist=E9rio da Fazenda se comprometeu (e
nunca ***priu) a prestar contas ao Senado sobre o PROER. Decepcionada,
a CNBB distribuiu nota dizendo n=E3o ser justo "que se roube o pouco
dinheiro de aposentados e trabalhadores para injetar no sistema
financeiro, salvando quem j=E1 est=E1 salvo ou j=E1 a***ulou riquezas
atrav=E9s da fraude e do roubo".
5 - Propina na privatiza=E7=E3o
A privatiza=E7=E3o do sistema Telebr=E1s e da Vale do Rio Doce foi marcada
pela suspei=E7=E3o. Ricardo S=E9rgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de
FHC e do senador Jos=E9 Serra e ex-diretor da =C1rea Internacional do
Banco do Brasil, =E9 acusado de pedir propina de R$ 15 milh=F5es para
obter apoio dos fundos de pens=E3o ao cons=F3rcio do empres=E1rio Benjamin
Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milh=F5es para
ajudar na montagem do cons=F3rcio Telemar.
1996. Modifica=E7=E3o na lei de Patentes. Cedeu em tudo que os EUA queriam
e, desdenhando =E0s s=FAplicas da SBPC e universidades, Fernando Henrique
Cardoso acionou o rolo compressor no Congresso e alterou a Lei de
Patentes, dando-lhe um car=E1ter entreguista e comprometendo o avan=E7o
cient=EDfico e tecnol=F3gico do pa=EDs.
6 - A emenda da reelei=E7=E3o
O instituto da reelei=E7=E3o foi obtido **** FHC a pre=E7os altos.
Grava=E7=
=F5es
revelaram que os deputados Ronivon Santiago e Jo=E3o Maia, do PFL do
Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados
foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros tr=EAs
deputados acusados de vender o voto, Chic=E3o Br=EDgido, Osmir Lima e Zila
Bezerra, foram absolvidos pelo plen=E1rio da C=E2mara.
1996. Esc=E2ndalo do SIVAM | : O projeto SIVAM foi associado a um
superesc=E2ndalo que redundou na contrata=E7=E3o da empresa
norte-americana
Raytheon, depois da desqualifica=E7=E3o da brasileira Esca (uma empresa
que acomodava "amigos dos amigos" e foi extinta **** fraudes contra a
Previd=EAncia). Significativamente, a Raytheon encomendou o
gerenciamento do projeto =E0 E-Systems - conhecido bra=E7o da CIA. At=E9
chegar a Raytheon, o mond=E9 foi grande. Conversas gravadas apontavam
para o Planalto e, preferindo perder os an=E9is para n=E3o perder os
dedos, Cardoso demitiu o brigadeiro Mauro Gandra do minist=E9rio da
aeron=E1utica e o embaixador J=FAlio C=E9sar dos Santos da chefia do seu
cerimonial. Depois, como pr=EAmio pela firmeza como guardou o omert=E1,
J=FAlio C=E9sar foi nomeado embaixador do pa=EDs no M=E9xico.
7 - Grampos telef=F4nicos
Conversas gravadas de forma ilegal foram um cap=EDtulo =E0 parte no
governo FHC. Durante a privatiza=E7=E3o do sistema Telebr=E1s, grampos no
BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendon=E7a de Barros, ent=E3o
ministro das Comunica=E7=F5es, e Andr=E9 Lara Resende, ent=E3o presidente
do=
BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o cons=F3rcio do
banco Op****tunity, que tinha como um dos donos o economista P=E9rsio
Arida, amigo de Mendon=E7a de Barros e de Lara Resende. At=E9 FHC entrou
na hist=F3ria, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de
pens=E3o dos funcion=E1rios do Banco do Brasil.
1997. A emenda da reelei=E7=E3o: O instituto da reelei=E7=E3o foi comprado
pelo presidente Cardoso a um pre=E7o estratosf=E9rico para o tesouro
nacional. Grava=E7=F5es revelaram que os deputados Ronivon Santiago e
Jo=E3o=
Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do
projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos
mandatos. Outros tr=EAs deputados acusados de vender o voto, Chic=E3o
Br=EDgido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plen=E1rio da
C=E2mara.
8 - TRT paulista
A constru=E7=E3o da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169
milh=F5es aos cofres p=FAblicos. A CPI do Judici=E1rio contribuiu para
levar=
o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a
cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estev=E3o (PMDB-DF), dois
dos principais envolvidos no caso.
Subservi=EAncia internacional: Um =FAnico exemplo: ao visitar a embaixada
norte-americana, em Bras=EDlia, para apresentar a solidariedade do povo
brasileiro aos EUA **** ocasi=E3o dos atentados de 11 de setembro de
2001, Cardoso e seu ministro do exterior, Celso Lafer, levaram um ch=E1
de cadeira de 40 minutos e s=F3 foram recebidos ap=F3s passarem **** uma
revista que lhes fez at=E9 tirar os sapatos.
9 - Os ralos do DNER
O DNER foi o principal foco de corrup=E7=E3o no governo de FHC. Seu
=FAltimo=
avan=E7o em mat=E9ria de tecnologia da propina atende pelo nome de
precat=F3rios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento
desses t=EDtulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25%
do valor dos precat=F3rios para a quadrilha que comandava o esquema. O
=F3rg=E3o acabou sendo extinto pelo governo.
1998. O esc=E2ndalo da privatiza=E7=E3o (1): A privatiza=E7=E3o do sistema
Telebr=E1s e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspei=E7=E3o. O
ex-caixa
de campanha de Fernando Henrique Cardoso e de Jos=E9 Serra, um tal
Ricardo S=E9rgio de Oliveira, que depois foi agraciado com a diretoria
da =C1rea Internacional do Banco do Brasil, n=E3o conseguiu se defender
das acusa=E7=F5es de pedir propinas para beneficiar grupos interessados no
programa de privatiza=E7=E3o. O mala-preta de Cardoso teria pedido R$ 15
milh=F5es a Benjamin Steinbruch para conseguir o apoio financeiro de
fundos de pens=E3o para a forma=E7=E3o de um cons=F3rcio para arrematar a
ci=
a.
Vale do Rio Doce e R$ 90 milh=F5es para ajudar na montagem do cons=F3rcio
Telemar.
10 - O "calad=E3o"
O Brasil calou no in=EDcio de julho de 1999 quando o governo
FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Dist=E2ncia
(DDD).Uma panegeral deixou os telefones mudos. As empresas que
provocaram o caos no sistemahaviam sido rec=E9m-privatizadas. O
"calad=E3o" provocou preju=EDzo aos consumidores,=E0s empresas e ao
pr=F3pri=
o
governo. Ficou tudo **** isso mesmo.
1998. O esc=E2ndalo da privatiza=E7=E3o (2): Grampos instalados no BNDES
pescaram conversas entre Luiz Carlos Mendon=E7a de Barros, ent=E3o
ministro das Comunica=E7=F5es, e Andr=E9 Lara Resende, ent=E3o presidente
do=
BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o cons=F3rcio do
banco Op****tunity, que tinha como um dos donos o economista P=E9rsio
Arida, amigo de Mendon=E7a de Barros e de Lara Resende, nos leil=F5es que
se seguiram ao esquartejamento da TELEBR=C1S. O grampo detectou a voz do
ex-presidente Cardoso autorizando o uso de seu nome para pressionar o
fundo de pens=E3o dos funcion=E1rios do Banco do Brasil.
11 -Desvaloriza=E7=E3o do real
FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava "ou eu ou o caos".
Segurou a quase paridade entre o real e o d=F3lar at=E9 passar o pleito.
Vencida a elei=E7=E3o, teve de desvalorizar a moeda. H=E1 ind=EDcios de
vazamento de informa=E7=F5es do Banco Central. O deputado Aloizio
Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que
lucraram muito com a mudan=E7a cambial
e outros quatro que registraram movimenta=E7=E3o especulativa suspeita
=E0s
v=E9speras do an=FAncio das medidas.
1999. O caso Marka/FonteCindam: Durante a desvaloriza=E7=E3o do real, em
janeiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram graciosamente
socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilh=E3o, sob o pretexto de que
sua quebra criaria um "risco sist=EAmico" para a economia. Enquanto
isso, faltava dinheiro para sa=FAde, educa=E7=E3o, desenvolvimento
cient=EDfico e tecnol=F3gico
12 - O caso Marka/FonteCindam
Durante a desvaloriza=E7=E3o do real, os bancos Marka e FonteCindam foram
socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilh=E3o. O pretexto =E9 que a
quebra desses bancos criaria risco sist=EAmico para a economia. Chico
Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco
Marka, estiveram presos, ainda que **** um pequeno lapso de tempo.
Cacciola retornou =E0 sua It=E1lia natal, onde vive tranq=FCilo.
2000. O fiasco dos 500 anos: O Brasil completou seu 500=BA anivers=E1rio
sem uma festa decente. Em nome da conten=E7=E3o de gastos determinado pelo
FMI, Cardoso proibiu as comemora=E7=F5es, que ficaram reduzidas =E0s
arma=E7=F5es do ent=E3o ministro do Es****te e Turismo, Rafael Greca. O
fiasco foi total. =CDndios e sem-terra foram agredidos pela pol=EDcia
****que tentaram festejar a data em ****to Seguro. De concreto mesmo,
ficou uma caravela que passou mais tempo viajando do Rio de Janeiro
at=E9 a Bahia do que a nau que trouxe Pedro =C1lvares Cabral de ****tugal
at=E9 o Brasil em 1500 e um stand superfaturado na Feira de Hannover. A
caravela deve estar encostada em algum lugar **** a=ED e Paulo Henrique
Cardoso, filho do presidente, est=E1 respondendo inqu=E9rito pelo
superfaturamento da constru=E7=E3o do stand da Feira de Hannover.
13 - Base de Alc=E2ntara
O governo FHC enfrenta resist=EAncias para aprovar o acordo de
coopera=E7=E3o internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base
de Lan=E7amentos Espaciais de Alc=E2ntara (MA). Os termos do acordo s=E3o
lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: =E1reas de dep=F3sitos de
material americano ser=E3o interditadas a autoridades brasileiras. O
acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo
determina ainda com que pa=EDses o Brasil pode se relacionar nessa =E1rea.
Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado - todas acatadas na
Comiss=E3o de Rela=E7=F5es Exteriores da C=E2mara.
2001. Racionamento de energia: A imprevid=EAncia do governo Cardoso,
completamente submisso =E0s exig=EAncias do FMI, suspendeu os
investimentos na produ=E7=E3o de energia e o resultado foi o apag=E3o no
setor el=E9trico. O povo atendeu a campanha de economizar energia e,
como "pr=EAmio", teve as tarifas aumentadas para compensar as perdas de
faturamento das multinacionais que compraram as distribuidoras de
energia nos leil=F5es de desnacionaliza=E7=E3o do setor. Uma medida
provis=F3ria do governo Cardoso transferiu o preju=EDzo das distribuidoras
para os consumidores, que lhes repassaram R$ 22,5 bilh=F5es.
14 - Biopirataria oficial
Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas.
Hoje, levam nosso patrim=F4nio gen=E9tico. O governo FHC teve de rever o
contrato escandaloso assinado entre a Bioamaz=F4nia e a Novartis, que
possibilitaria a coleta e transfer=EAncia de 10 mil microorganismos
diferentes e o envio de cepas para o exterior, **** 4 milh=F5es de
d=F3lares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um =FAnico fungo
pode render bilh=F5es de d=F3lares aos laborat=F3rios farmac=EAuticos, o
contrato n=E3o fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria.
2001. Acordo de Alc=E2ntara: Em abril de 2001, =E0 revelia do Congresso
Nacional, o governo Cardoso assinou um "acordo de coopera=E7=E3o
internacional" que, na pr=E1tica, transfere o Centro de Lan=E7amento de
Alc=E2ntara para os EUA. O acordo ainda n=E3o foi homologado pelo
Congresso gra=E7as =E0 resist=EAncia da sociedade civil organizada.
Acordos com FMI: Em seus oito anos de mandato, Fernando Henrique
Cardoso enterrou a economia do pa=EDs. Para honrar os compromissos
financeiros, precisou fazer tr=EAs acordos com o FMI, hipotecando o
futuro aos banqueiros. **** tr=E1s de cada um desses acordos,
compromissos que, na pr=E1tica, transferiram parte da administra=E7=E3o
p=FAblica federal para o FMI. Como resultado, o desemprego, o arrocho
salarial, a conten=E7=E3o dos investimentos p=FAblicos, o sucateamento da
educa=E7=E3o e sa=FAde, a crise social, a explos=E3o da criminalidade.
15 - O fiasco dos 500 anos
As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob
coordena=E7=E3o do ex-ministro do Es****te e Turismo, Rafael Greca (PFL-
PR), se transformaram num fiasco monumental. =CDndios e sem-terra
apanharam da pol=EDcia quando tentaram entrar em ****to Seguro (BA),
palco das comemora=E7=F5es. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso,
=E9 um dos denunciados pelo Minist=E9rio P=FAblico de participa=E7=E3o no
ep=EDs=F3dio de superfaturamento da constru=E7=E3o do estande brasileiro
na
Feira de Hannover, em 2000.
Planalto, TRT de S=E3o Paulo e cercanias: O famoso Eduardo Jorge Caldas,
ex-secret=E1rio-geral da Presid=EAncia, um dos mais eficazes "gerentes
financeiros" da campanha de reelei=E7=E3o de Fernando Henrique Cardoso, se
empenhou vivamente no esquema de libera=E7=E3o de verbas para o TRT
paulista. As maus l=EDnguas ainda falam em superfaturamento no Serpro,
lobby para empresas de inform=E1tica, ajuda irregular =E0 Encol e
manipula=E7=E3o de recursos dos fundos de pens=E3o na festa das
privatiza=E7=F5es.
16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito
Eduardo Jorge Caldas, ex-secret=E1rio-geral da Presid=EAncia, =E9 um
dos personagens mais sombrios que freq=FCentou o Pal=E1cio do Planalto na
era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de
libera=E7=E3o de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no
Serpro, de montar o caixa-dois para a reelei=E7=E3o de FHC, de ter feito
lobby para empresas de inform=E1tica, e de manipular recursos dos fundos
de pens=E3o nas privatiza=E7=F5es. Tamb=E9m teria tentado impedir a
fal=EAnc=
ia
da Encol.
Autoritarismo: Passando **** cima do Congresso Nacional, Fernando
Henrique Cardoso burlou o esp=EDrito da constitui=E7=E3o e administrou o
pa=EDs com base em medidas provis=F3rias, editadas e reeditadas
sucessivamente. Enquanto os presidentes Jos=E9 Sarney e Fernando Collor,
juntos, editaram e reeditaram 298 MP's, Cardoso exerceu o poder de
forma autorit=E1ria, editando mais de 6.000 medidas provis=F3rias.
17 - Drible na reforma tribut=E1ria
O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas
com representa=E7=E3o no Congresso Nacional, em torno de uma reforma
tribut=E1ria destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e
simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto
na Comiss=E3o Especial de Reforma Tribut=E1ria, deputado Mussa Demes (PFL-
PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Pal=E1cio do Planalto
impediram a tramita=E7=E3o.
O esc=E2ndalo dos computadores: A id=E9ia de equipar as escolas p=FAblicas
com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata com a
completa ignor=E2ncia da Lei de Licita=E7=F5es. N=E3o satisfeito, o
governo
Cardoso fez mega-contrato com a Microsoft para ado=E7=E3o do sistema
Windows, uma manobra que daria a Bill Gates o monop=F3lio do sistema
operacional das m=E1quinas. A Justi=E7a e o Tribunal de Contas da Uni=E3o
suspenderam o edital de compra e a negociata est=E1 suspensa.
18 - Rombo transamaz=F4nico na Sudam
O rombo causado pelo festival de fraudes transamaz=F4nicas na
Superintend=EAncia de Desenvolvimento da Amaz=F4nia, a Sudam, no per=EDodo
de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilh=F5es. As den=FAncias de desvios de
recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho
(PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao inv=E9s de acabar com a corrup=E7=E3o
que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente
Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o =F3rg=E3o. O PT ajuizou
a=E7=E3o de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a
provid=EAncia do governo.
Mudan=E7as na CLT: Fernando Henrique Cardoso usou seu rolo compressor na
antiga C=E2mara dos Deputados para aprovar um projeto que "flexibiliza"
a CLT, amea=E7ando direitos consagrados como f=E9rias, d=E9cimo terceiro
sal=E1rio e licen=E7a maternidade. Gra=E7as =E0 press=E3o da sociedade
civil=
o
projeto estancou no senado.
19 - Os desvios na Sudene
Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilh=E3o em 653 projetos da
Superintend=EAncia de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude
consistia na emiss=E3o de notas fiscais frias para a comprova=E7=E3o de
que
os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor)
foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o =F3rg=E3o.
O PT tamb=E9m questionou a decis=E3o no Supremo Tribunal Federal.
Explos=E3o da d=EDvida p=FAblica: Quando Cardoso assumiu a presid=EAncia
da
Rep=FAblica, em janeiro de 1995, a d=EDvida p=FAblica interna e externa
era
de R$ 153,4 bilh=F5es. Outro dia, em abril de 2002, essa d=EDvida j=E1 era
de R$ 684,6 bilh=F5es. Hoje, a d=EDvida alcan=E7a 61% do PIB.
20 - Calote no Fundef
O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor
m=EDnimo deveria ser de R$ 655,08 **** aluno/ano de 1=AA a 4=AA s=E9ries e
de=
R
$ 688,67 **** aluno/ano da 5=AA a 8=AA s=E9ries do ensino fundamental e da
educa=E7=E3o especial. Mas os valoresestabelecidos ficaram abaixo: R$
418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres
soma R$ 11,1 bilh=F5es desde 1998.
Viola=E7=E3o aos direitos humanos: Exemplo: em 1996, o Brasil ganhou as
manchetes mundiais pelo chamado "Massacre Eldorado do Caraj=E1s", no
qual 19 sem-terra foram assassinados no sul do Par=E1.
21 - Abuso de MPs
Enquanto senador, FHC combatia com veem=EAncia o abuso nas edi=E7=F5es e
reedi=E7=F5es de Medidas Provis=F3rias **** parte Jos=E9 Sarney e Fernando
Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente,
FHC cedeu =E0 tenta=E7=E3o autorit=E1ria. Editou e reeditou, em seus dois
mandatos, 5.491medidas.
Explos=E3o da viol=EAncia:Fernando Henrique Cardoso transformou o Brasil
num pa=EDs super violento. Na =FAltima d=E9cada, o n=FAmero de
assassinatos
subiu quase 50%. Pesquisa feita pela Unesco em 60 na=E7=F5es colocou o
Brasil no 3=BA lugar no ranking dos pa=EDses mais violentos. Ao final do
mandato do presidente Cardoso, cerca de 45 mil pessoas s=E3o
assassinadas anualmente no Brasil.
22 - Acidentes na Petrobras
**** problemas de gest=E3o e falta de investimentos, a Petrobras
protagonizou uma s=E9rie de acidentes ambientais no governo FHC que
viraram not=EDcia no Brasil e no mundo. A estatal foi respons=E1vel pelos
maiores desastres ambientais ocorridos no Pa=EDs nos =FAltimos anos.
Provocou, entre outros, um grande vazamento de =F3leo na Ba=EDa de
Guanabara, no Rio, outro no Rio Igua=E7u, no Paran=E1. Uma das maiores
plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a
morte de 11 trabalhadores. A Petrobras tamb=E9m ganhou manchetes com os
acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a
vida de centenas de empregados.
Renda em queda e desemprego em alta: A Era FHC foi marcada pelos altos
=EDndices de desemprego e baixos sal=E1rios.
23 - Apoio a Fujimori
O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto
ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor =E0
democracia e que fugiu do Pa=EDs para n=E3o viver os restos de seus dias
na cadeia. N=E3o bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem
do Cruzeiro do Sul, o principal t=EDtulo honor=E1rio brasileiro. O Senado,
numa atitude correta, acatou sugest=E3o apresentada pelo senador Roberto
Requi=E3o (PMDB-PR) e cassou a homenagem.
Desenvolvimento Humano. Segundo o Human Development Re****t 2001 (ONU),
o Brasil ficou na 69=AA posi=E7=E3o, atr=E1s de pa=EDses como Eslov=EAnia
(2=
9=BA
posi=E7=E3o), Argentina (34=BA posi=E7=E3o), Uruguai (37=BA posi=E7=E3o),
Ku=
wait (43=BA
posi=E7=E3o), Est=F4nia (44=BA posi=E7=E3o), Venezuela (61=BA posi=E7=E3o)
e=
Col=F4mbia
(62=BA posi=E7=E3o).
24 -Desmatamento na Amaz=F4nia
**** meio de decretos e medidas provis=F3rias, o governo FHC desmontou a
legisla=E7=E3o ambiental existente no Pa=EDs. As mudan=E7as na
legisla=E7=E3=
o
ambiental debilitaram a prote=E7=E3o =E0s florestas e ao cerrado e fizeram
crescer o desmatamento e a explora=E7=E3o descontrolada de madeiras na
Amaz=F4nia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes
Ambientais foi modificada para pior.
25 - Os computadores do FUST
A id=E9ia de equipar todas as escolas p=FAblicas de ensino m=E9dio com 290
mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos
para a compra viriam do Fundo de Universaliza=E7=E3o das
Telecomunica=E7=F5e=
s,
o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licita=E7=F5es, a8.666. Al=E9m
disso,=
fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o
monop=F3lio do sistema operacional das m=E1quinas, quando h=E1 softwares
que=
poderiam ser usados gratuitamente. A Justi=E7a e o Tribunal de Contas da
Uni=E3o suspenderam o edital de compra e a negociata est=E1 suspensa.
26 - Arapongagem
O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar
a vida de seus advers=E1rios e monitorar os passos dos movimentos
sociais. Essa m=E1quina de destruir reputa=E7=F5es =E9 constitu=EDda ****
ex-=
agentes do antigo SNI ou **** empresas de fachada. Os arapongas tucanos
sabiam da invas=E3o dos sem-terra =E0 propriedade do presidente em
Buritis, em mar=E7o deste ano, e o governo nada fez para evitar a
opera=E7=E3o. Eles foram respons=E1veis tamb=E9m pela espionagem contra
Roseana Sarney.
27 - O esquema do FAT
A Funda=E7=E3o Teot=F4nio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB,
senador alagoano Teot=F4nio Vilela, e que tinha como conselheiro o
presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5
milh=F5es do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa
parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil
trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento
de programas de forma=E7=E3o profissional ocorreram em 17 unidades da
federa=E7=E3o e est=E3o sob investiga=E7=E3o do Tribunal de Contas da
Uni=E3=
o
(TCU) e do Minist=E9rio P=FAblico.
28 - Mudan=E7as na CLT
A maioria governista na C=E2mara dos Deputados aprovou, contra o voto da
bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, amea=E7ando direitos
consagrados dos trabalhadores, como f=E9rias, d=E9cimo terceiro e
licen=E7a
maternidade. O projeto esvazia o poder de negocia=E7=E3o dos sindicatos.
No Senado, o governo FHC n=E3o teve for=E7as para levar adiante essa
medida anti-social.
29 - Obras irregulares
Um levantamento do Tribunal de Contas da Uni=E3o, feito em 2001, indicou
a exist=EAncia de 121 obras federais com ind=EDcios de irregularidades
graves. A maioria dessas obras pertence a =F3rg=E3os como o extinto DNER,
os minist=E9rios da Integra=E7=E3o Nacional e dos Trans****tes e o
Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a
hidrel=E9trica de Serra da Mesa, interior de Goi=E1s, deveria ter custado
1,3 bilh=E3o de d=F3lares. Consumiu o dobro.
30 - Explos=E3o da d=EDvida p=FAblica
Quando FHC assumiu a Presid=EAncia da Rep=FAblica, em janeiro de 1995, a
d=EDvida p=FAblica interna e externa somava R$ 153,4 bilh=F5es.
Entretanto,
a pol=EDtica de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas
do planeta, elevou essa d=EDvida para R$ 684,6 bilh=F5es em abril de 2002,
um aumento de 346%. A d=EDvida j=E1 equivalia em 2001, preocupantes 54,5%
do PIB.
31 - Avan=E7o da dengue
A omiss=E3o do Minist=E9rio da Sa=FAde =E9 apontada como principal causa
da
epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro Jos=E9 Serra demitiu
seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito
Aedes Aegypti. Em 2001, o Minist=E9rio da Sa=FAde gastou R$ 81,3 milh=F5es
em propaganda e apenas R$ 3 milh=F5es em campanhas educativas de combate
=E0 dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, s=F3 o estado do Rio
registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas =E0 morte.
32 - Verbas do BNDES
Al=E9m de vender o patrim=F4nio p=FAblico a pre=E7o de banana, o governo
FHC=
,
**** meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilh=F5es para socorrer
empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem
mais levou dinheiro do banco p=FAblico que deveria financiar o
desenvolvimento econ=F4mico e social do Brasil foram as teles e as
empresas de distribui=E7=E3o, gera=E7=E3o e transmiss=E3o de energia. Em
uma=
das
diversas opera=E7=F5es, o BNDES injetou R$ 686,8 milh=F5es na Telemar,
assumindo 25% do controle acion=E1rio da empresa.
33 - Crescimento p=EDfio do PIB
Na "Era FHC", a m=E9dia anual de crescimento da economia brasileira
estacionou em p=EDfios 2%, incapaz de gerar os empregos que o Pa=EDs
necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores
respons=E1veis **** essa quase estagna=E7=E3o =E9 o elevado d=E9ficit em
cont=
a-
corrente, de 23 bilh=F5es de d=F3lares no a***ulado dos =FAltimos 12
meses.
Ou seja: devido ao baixo n=EDvel da poupan=E7a interna, para investir em
seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de
recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro.
34 - Ren=FAncias no Senado
A disputa pol=EDtica entre o Senador Ant=F4nio Carlos Magalh=E3es
(PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presid=EAncia
do Senado exp=F4s publicamente as diverg=EAncias da base de
sustenta=E7=E3o =
do
governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusa=E7=E3o de violar o painel
eletr=F4nico do Senado na vota=E7=E3o que cassou o mandato do senador Luiz
Estev=E3o (PMDB-DF). Levou consigo seu c=FAmplice, o l=EDder do governo,
senador Jos=E9 Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu
presidente do Senado, com apoio ostensivo de Jos=E9 Serra e do PSDB, mas
tamb=E9m acabou **** renunciar ao mandato, para evitar a cassa=E7=E3o.
Pesavam contra ele den=FAncias de desvio de verbas da Sudam.
35 - Racionamento de energia
A imprevid=EAncia do governo FHC e das empresas do setor el=E9trico gerou
o apag=E3o. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia.
Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos preju=EDzos das
empresas, o governo baixou Medida Provis=F3ria transferindo a conta do
racionamento aos consumidores, que s=E3o obrigados a pagar duas novas
tarifas em
sua conta de luz. O pacote de ajuda =E0s empresas soma R$ 22,5 bilh=F5es.
36- Assalto ao bolso do consumidor
FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu prote=E7=E3o
social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a eleva=E7=E3o das
tarifas p=FAblicas bem acima da infla=E7=E3o. Desde o in=EDcio do plano
real=
at=E9 agora, o pre=E7o das tarifas telef=F4nicas foi reajustado acima de
580%. Os planos de sa=FAde subiram 460%, o g=E1s de cozinha 390%, os
combust=EDveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de =E1gua 135%. Neste
per=EDodo, a infla=E7=E3o a***ulada ficou em 80%.
37 - Explos=E3o da viol=EAncia
O Brasil =E9 um pa=EDs cada vez mais violento. E as v=EDtimas, na maioria
dos casos, s=E3o os jovens. Na =FAltima d=E9cada, o n=FAmero de
assassinatos=
de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o Pa=EDs em
terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 na=E7=F5es
pesquisadas. A taxa de homic=EDdios **** 100 mil habitantes, na
popula=E7=E3o=
geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas s=E3o assassinadas
anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais seguran=E7a aos
brasileiros.
38 - A fal=E1cia da Reforma agr=E1ria
O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo n=FAmeros mentirosos sobre
a reforma agr=E1ria. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600
mil fam=EDlias durante oito anos de reinado. Os n=FAmeros estavam
inflados. O governo considerou assentadas fam=EDlias que haviam apenas
sido inscritas no programa. Alguns assentamentos s=F3 existiam no papel.
Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo.
39 - Subservi=EAncia internacional
A timidez marcou a pol=EDtica de com=E9rcio exterior do governo FHC. Num
gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o a=E7o brasileiro. O
governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer =E0
OMC. **** iniciativa do PT, a C=E2mara aprovou mo=E7=E3o de rep=FAdio =E0s
barreiras protecionistas. A subservi=EAncia =E9 tanta que em visita aos
EUA, no in=EDcio deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar
os sapatos tr=EAs vezes e se submeter a revistas feitas **** seguran=E7as
de aero****tos.
40 - Renda em queda e desemprego em alta
Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser
considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes
no Pa=EDs. Na regi=E3o metropolitana de S=E3o Paulo, o =EDndice de
desempreg=
o
chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milh=E3o de pessoas
est=E3o sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precariza=E7=E3o das
condi=E7=F5es de trabalho. O rendimento m=E9dio dos trabalhadores encolheu
nos =FAltimos tr=EAs anos.
41 - Rela=E7=F5es perigosas
Diga-me com quem andas e te direi quem =E9s. Esse ditado revela um pouco
as rela=E7=F5es suspeitas do presidenci=E1vel tucano Jos=E9 Serra com
tr=EAs=
figuras que estiveram na berlinda nos =FAltimos dias. O economista
Ricardo S=E9rgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, =E9
acusado de exercer tr=E1fico de influ=EAncia quando era diretor do Banco
do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatiza=E7=E3o.
Ricardo S=E9rgio teria ajudado o empres=E1rio espanhol Greg=F3rio Marin
Preciado a obter perd=E3o de uma d=EDvida de R$ 73 milh=F5es junto ao
Banco
do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de
recursos para a campanha do senador paulista. Outra liga=E7=E3o perigosa
=E9=
com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de opera=E7=F5es do Banespa
e ex-s=F3cio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado
uma opera=E7=E3o irregular realizada **** Ricardo S=E9rgio para repatriar
US$=
3 milh=F5es depositados em bancos nas Ilhas Cayman - para=EDso fiscal do
Caribe.
42 -Viola=E7=E3o aos direitos humanos
Massacres como o de Eldorado do Caraj=E1s, no sul do Par=E1, onde 19 sem-
terra foram assassinados pela pol=EDcia militar do governo do PSDB em
1996, figuram nos relat=F3rios da Anistia Internacional, que
recentemente denunciou o governo FHC de viola=E7=E3o aos direitos humanos.
A Anistia critica a impunidade e denuncia que pol=EDcias e esquadr=F5es da
morte vinculados a for=E7as de seguran=E7a cometeram numerosos
homic=EDdios
de civis, inclusive crian=E7as, durante o ano de 2001. A entidade afirma
ainda que as pr=E1ticas generalizadas e sistem=E1ticas de tortura e maus-
tratos prevalecem nas pris=F5es.
43 -Corre=E7=E3o da tabela do IR
Com fome de le=E3o, o governo congelou **** seis anos a tabela do Imposto
de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecada=E7=E3o do imposto,
pois com a infla=E7=E3o a***ulada, mesmo os que estavam isentos e n=E3o
tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC s=F3 corrigiu a
tabela em 17,5% depois de muita press=E3o da opini=E3o p=FAblica e ap=F3s
aprova=E7=E3o de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, ap=F3s
vetar
o projeto e editar uma Medida Provis=F3ria que incor****ava parte do que
fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a o****tunidade e aumentou
al=EDquotas de outros tributos.
44 - Interven=E7=E3ona Previ
FHC aproveitou o dia de estr=E9ia do Brasil na Copa do Mundo de
2002 para decretar interven=E7=E3o na Previ, o fundo de pens=E3o dos
funcion=E1rios do Banco do Brasil, com patrim=F4nio de R$ 38 bilh=F5es e
participa=E7=E3o em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis
diretores, inclusive os tr=EAs eleitos democraticamente pelos
funcion=E1rios do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro
Daniel Dantas, dono do Op****tunitty. Dias antes da interven=E7=E3o, FHC
recebeu Dantas no Pal=E1cio Alvorada. O banqueiro, que amea=E7ou divulgar
dossi=EAs comprometedores sobre o processo de privatiza=E7=E3o, trava
queda-=
de-bra=E7o com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom
e outras empresas nas quais s=E3o s=F3cios.
45 - Barbeiragens do Banco Central
O Banco Central - e n=E3o o crescimento de Lula nas pesquisas - foi
naquele ano o principal causador de turbul=EAncias no mercado
financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras
dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilh=F5es, o BC deixou o
mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decis=E3o de
rolar parte da d=EDvida p=FAblica estimulando a venda de t=EDtulos LFTs de
curto prazo e a compra desses mesmos pap=E9is de longo prazo. Isto fez
subir de R$ 17,2 bilh=F5es para R$ 30,4 bilh=F5es a concentra=E7=E3o de
vencimentos da d=EDvida nos primeiros meses de 2003. O d=F3lar e o risco
Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da
campanha de Jos=E9 Serra, Arm=EDnio Fraga n=E3o vacilou em jogar a culpa
no
PT e nas elei=E7=F5es.


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